Foto: Clarissa Barçante /ALMG

O Ministério Público de Minas Gerais e atingidos pelo rompimento da barragem da Samarco em Mariana, na região Central do estado, discutiram na manhã desta sexta-feira, na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa, a atuação da Fundação Renova, criada para cuidar da reparação dos danos às vítimas.

Foram muitas as denúncias dos atingidos, principalmente de descumprimento de acordos. O promotor de Mariana, Guilherme Meneghin, afirma que há 22 ações coletivas contra a Renova e pediu mais “boa vontade e competência” da fundação.

Segundo o promotor, mais de 90% da reparação do direito à moradia e da indenização final não foram cumpridos. “Pasmem! Até mesmo ações emergenciais não foram cumpridas de forma integral. Muitas famílias que tinham direito a casa alugada e a auxílio financeiro para garantir sua dignidade só receberam após intervenção do Ministério Público através de uma medida judicial”, declarou.

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